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Taxas de contaminação e mortalidade de indígenas por Covid-19 na Amazônia superam média nacional, diz pesquisa

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As taxas de contaminação e mortalidade de indígenas na Amazônia por Covid-19 superam as médias nacional e regional, de acordo com um estudo desenvolvido pela Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) e pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam). Pesquisadores consideram a situação crítica.

Segundo a pesquisa, a taxa de mortalidade pelo coronavírus entre indígenas, de 52 a cada 100 mil habitantes indígenas, é 150% maior do que a média geral brasileira, de 21 a cada 100 mil habitantes, e 20% mais alta do que a registrada em toda a região Norte, de 43 a cada 100 mil habitantes. Este número é o mais alto entre as cinco regiões do país.

Já a taxa de infecção pela doença a cada 100 mil habitantes, entre os indígenas, de 759, é 84% mais alta se comparada com a média do Brasil, que é de 413.

Ane Alencar, diretora de ciência do Ipam, considera a situação crítica. “A doença vem atingindo de forma desigual as populações no Brasil e, em especial as populações indígenas na Amazônia brasileira. Este estudo mostra claramente que a doença tem avançado sobre essas populações de uma forma alarmante, sendo até 150 vezes maior do que a taxa de incidência por exemplo, que a gente tem visto no Brasil”, disse.

A diretora observa, ainda, que os dados apontam para uma subnotificação de casos. Segundo o estudo, desde março, quando houve o primeiro registro de morte de índios por Covid-19, a Sesai registrou 2.219 casos, enquanto o levantamento da Coiab contabilizou 1.443 adicionais, totalizando 3.662 casos confirmados, indicando “grave subnotificação oficial de 39%”.

“Esta subnotificação no número de óbitos é consequência, não só, mas também do protocolo oficial que exclui indígenas residentes, mesmo que temporariamente, nas cidades. Neste caso, a Sesai reportou 65% (86) do total dos 249 falecimentos apurados pela Coiab até o dia 14 de junho de 2020”, aponta a pesquisa.

Os dados indicam, também, que distribuição geográfica da doença entre os indígenas indica um avanço rápido das infecções. No início de maio de 2020, treze DSEIs já registravam pelo menos um caso de Covid-19 confirmado. Já no final da primeira quinzena de junho, os registros alcançaram 21 dos 26 DSEIs que cobrem a região da Amazônia Legal.

Conforme os dados da pesquisa, as mortes provocadas pela Covid-19 até a primeira quinzena de junho aumentaram em nove vezes em comparação a 1º de maio e já atinge 42 povos.

Até a última atualização do boletim epidemiológico indígena da Fundação de Vigilância em Saúde sobre, que data de 15 de junho, o Amazonas possui mais de 2,4 mil casos confirmados de coronavírus em na população indígena.

Os dados da pesquisa foram coletados com as secretarias de cada Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) e consideraram a distribuição geográfica da doença entre os indígenas, além do período de evolução do vírus, que indicou um avanço rápido das infecções.

Uma das pesquisadoras que atuou no estudo, a doutora Martha Fellows, do Ipam, disse que os números podem ser justificados pela falta de assistência e de políticas públicas voltadas para a população indígena.

fonte:https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2020/06/23/taxas-de-contaminacao-e-mortalidade-de-indigenas-por-covid-19-na-amazonia-superam-media-nacional-diz-pesquisa.ghtml

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