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Gasoduto Coari-Manaus com 663 km não atende maior polo oleiro do Amazonas

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Há quase dez anos o gasoduto Coari-Manaus, que custou R$ 4,5 bilhões, entrou em operação interligando o polo petrolífero à Refinaria de Manaus (Reman), na capital.  À época falou-se que os investimento beneficiaria segmentos econômicos e impulsionaria a competitividade local, já que a extensão dos 663 km corta vários pontos do Amazonas. Entretanto, ainda hoje as olarias de Iranduba – no trajeto do gás – não conseguiram se beneficiar do produto em suas fábricas.

Nesta semana a Comissão de Geodiversidade, Recursos Hídricos, Minas, Gás, Energia e Saneamento da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (ALE-AM) montou um grupo de trabalho para discutir a viabilidade de um Polo Cerâmico-Oleiro em Manacapuru.

A ideia é ocupar uma área que concentre diversas fábricas ligadas ao segmento, nos moldes do Polo Industrial de Manaus (PIM). O espaço em avaliação é uma área de 600 hectares, o equivalente a 600 campos de futebol, no KM 54 da Estrada Manoel Urbano.

O grupo de trabalho é formado por membros da prefeitura de Manacapuru e Iranduba, além da Agência Reguladora dos Serviços Públicos Concedidos do Estado do Amazonas (Arsam), Companhia de Gás do Amazonas (Cigás), Secretaria de Estado de Planejamento, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Seplancti) e o Sindicato das Cerâmicas do Estado do Amazonas (Sindicer).

Na sexta-feira (22) aconteceu uma reunião para apresentar os membros. O primeiro encontro do grupo está marcada para o dia 4 de abril, data em que cada representante deve apresentar um projeto para discussão. A ideia é que sejam avaliados os impactos econômicos, ambientais e os prós e contras da implantação do Polo.

Polo Cerâmico-Oleiro

A proposta do Polo Cerâmico-Oleiro  foi apresentado à ALE pela Arsam, depois da constatação que ainda são usados madeiras e resíduos do PIM nos fornos onde são queimados os tijolos e cerâmicas produzidos na olarias no município. “Vislumbramos dois pontos de gás natural que poderiam ser usados nas fábricas. O impacto ambiental seria muito menor”, justifica José Sélvio, engenheiro da Agência Reguladora.

De acordo com a Cigás – responsável pela partilha do gasoduto – a rede de distribuição conta com 119 km de extensão e atende 14 empresas termoelétricas, 40 industriais, 55 comerciais, quatro veiculares e 183 residenciais. Em fevereiro de 2019, o volume comercializado de gás natural no Amazonas foi de 4.087.070 m³/dia.

A companhia destacou que atualmente é inviável o fornecimento do gás natural para as olarias de Iranduba porque elas são dispersas, mas que possui total interesse em ampliar o fornecimento.

“São necessárias informações como a localização do polo, onde ficarão concentradas as empresas, a quantidade de empresas e a disposição destas na área, além do volume de gás natural pretendido pelas unidades consumidoras. Após a disponibilização dos dados, os agentes envolvidos no processo, quais sejam, Cigás (distribuidora), Petrobras (supridora) e usuários (consumidor), discutirão as condições técnicas e comerciais para o fornecimento do gás natural”, afirmou a Cigás em nota.

Mercado

A reportagem visitou olarias situadas na estrada Manoel Urbano e constatou que muitas unidades não estão em atividades, e as que estão atuando contam com poucos funcionários, que trabalham em condições insalubres, expostos a fuligem e altas temperaturas, tanto solares quanto dos fornos. “Melhor que nada”, afirmou um trabalhador que não quis ser identificado.

O presidente do Sindicer, Sandro Santos, informou dados desanimadores. Em 2016, pico das produções, 32 olarias empregavam cerca de 4,5 mil pessoas. Atualmente, há 22 fábricas em atividades e, juntas, empregam aproximadamente 950 trabalhadores.

Para Santos, a implantação do polo significaria novos empregos e produtos com maior qualidade. “A crise que assolou o Brasil também nos atingiu e muitos ceramistas tiveram que fechar, procurar atividade em outras cidades. Tivemos uma queda drástica de empregos. Com uso do gás natural teríamos uma queima uniforme, produtos com mais qualidade e até novos produtos”, avaliou.

Segundo o levantamento do sindicato, atualmente são produzidos 42 mil toneladas de tijolos e cerâmicas mensalmente nas olarias de Iranduba. Apesar de parecer muito, as olarias estão atuando com apenas 35% da capacidade.

Outro viés analisado é a possibilidade de exportação dos produtos, uma vez que a qualidade seria superior e há a oferta de minério caulim, matéria-prima utilizada na produção de tijolos, cerâmicas e louças brancas, na área onde o polo pode ser implantado.

“A gente pode trabalhar com outros países, principalmente o americano. A gente já fez esse estudo, e depois vai refazê-lo”, afirmou.

Atualmente a produção de tijolos e cerâmicas é vendida apenas no Amazonas.

Comunidade em trajeto

Representante de uma comunidade em Iranduba, onde vivem 14 famílias, a dona de casa Ivanete da Costa conta que há dez anos tenta conseguir os benefícios prometidos na época da instalação do gasoduto Coari-Manaus.

A comunidade está no trajeto de transmissão de gás entre a distribuidora e a capital.

“Veio gente da empresa para falar com o pessoal aqui, disseram que seria bom, que iam desenvolver a comunidade, ia gerar emprego e renda, mas nada disso aconteceu”, lamentou.

A moradora conta que a refinaria fez um poço artesiano na comunidade, o que é muito útil, mas  que eles precisam de outras ações urgentes.

“A gente precisa de uma ponte, uma passagem ali na estrada que sempre alaga na época de chuva e a gente não tem como passar. Seria muito bom também um projeto que gerasse renda pra gente”, diz.

Suelen Gonçalves Manaus (AM)

fonte: acritica.com

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